Mockup – Você sabe o que é?

Posted on May 21, 2019Posted in Estamparia, Negócios
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Um Mockup é um modelo em escala ou de tamanho real de algum projeto ou objeto, utilizado para demonstração, avaliação de design ou outro propósito qualquer em que seja adequado. São utilizados principalmente por designers para adquirir um feedback de seus clientes sobre um produto em criação.
Hoje é possível encontrarmos Mockups para uma infinidade de objetos, desde os mais simples até aquele mais complexos que tornam nossos produtos com uma aparência profissional. Os mockups ideais são aqueles criados em Photoshop através do uso de objetos inteligentes, em que através de poucos cliques é possível substituir as imagens sem a necessidade de qualquer ajuste.
Um site que disponibiliza uma grande quantidade de mockups de forma gratuita é o Freebierburger . Mais outras possibilidades são o Original Mockups e oPSDCovers. Outro site que oferece muitos mockups de alta qualidade, sendo alguns pagos é o Graficriver. Um investimento que com certeza vale a pena!  Aqui também temos um mockup gratuito de camisetas e outros objetos – Designerd. E aqui uma outra opção – Creative Maker.
Aqui você confere um mockup de caneca para ser baixado e abaixo um pequeno tutorial de como inserir suas artes nele. Para download do arquivo, clique aqui.
Veja como é fácil inserir seu mockup:
Abra o arquivo de mockup no Photoshop
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Para aprender mais sobre sublimação acesse: www.sublimacao.net

Você viu? Três em cada dez desempregados investem no próprio negócio

Posted on May 6, 2019Posted in Estamparia, Negócios
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Eles aproveitam a indenização, o FGTS e o tempo livre para investir. Planejamento é essencial para o negócio dar certo.

Três em cada dez brasileiros que perdem o emprego desistem de voltar para o mercado formal de trabalho. Eles aproveitam que estão com o dinheiro da indenização, do fundo de garantia e tempo para investir e um negócio próprio.

Sebrae faz um alerta: mais importante do que ter a quantia certa para investir é planejar como vai ser feito esse investimento. Quem está pensando em virar patrão tem que fazer os planos da maneira correta.

Foram vinte anos trabalhando com carteira assinada em uma indústria farmacêutica. Há três meses, Noélia Rdrigues da Silva recebeu um comunicado duro de ouvir: “Minha gerente me chamou e falou que tinha uma notícia chata para falar e eu não deixei nem ela completar a frase. Vc vai me mandar embora então?”.

Essa história aconteceu em dezembro e, de lá pra cá, as contas continuam chegando. Para pagar todas elas, Noélia decidiu investir em um negócio próprio, vendendo roupas. Há dez dias começou em casa mesmo e já tem clientela cativa: “Tem a família do meu marido que é muito grande e eu já comecei por eles”.

Antes de abrir um negócio próprio é bom pegar todo tipo de informação para não ter prejuízo. Um dos lugares onde isso é possível é no posto de atendimento do Sebrae. Este ano, vários novos empreendedores têm um perfil em comum: são pessoas que como Noélia perderam o emprego.

Em janeiro, o IBGE registrou 144 mil pessoas a mais trabalhando por conta própria no país: um aumento de 3% em relação a dezembro. No Sebrae, em São Paulo, muita gente quer virar o próprio patrão e, para isso, participam de um curso de planejamento de negócios.

A aula é de graça. Sidney Kanashiro perdeu o emprego em dezembro, mas está confiante. “Tô pensando em abrir um negócio de fotografia, um estúdio de fotografia”, diz.

“Hoje, de cada dez pessoas que procuram o Sebrae, três reclamam de desemprego. O ideal é usar o período do seguro desemprego para fazer um planejamento. Caso contrário, vai perder o seguro desemprego, vai investir o FGTS e vai ter insucesso e vai perder tudo. É possível sim ter empresa de sucesso, mas precisa se planejar”, explica Bruno Caetano, superinendente do Sebrae-SP.

Audrey Bezerra está fazendo tudo direitinho. Ela foi demitida depois de dez anos de emprego formal e quer abrir uma funerária, mas antes foi ao Sebrae pedir ajuda para avaliar os custos. “A gente sabe que muitas empresas acabam fechando por causa disso, porque elas não trabalham, não desenvolvem o custo, o caixa da empresa. Eu não quero pecar dessa vez. Quero fazer da forma correta para que eu possa ter sucesso”, afirma.

Todos esses novos empreendedores sabem da crise econômica, mas estão dispostos a tentar mudar de vida. “Se eu for ficar escutando, que tem crise, tá difícil. Eu me determinei que vai dar certo. A partir do momento que pensa, ter um sonho e luta por ele, consegue. A gente é do tamanho do sonho da gente. No meu gráfico, a tendência é subir”, diz Noélia.

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2015/03/tres-em-cada-dez-desempregados-investem-no-proprio-negocio.html

Confecção mineira que começou com R$ 800 fatura R$ 3,5 milhões

Posted on April 18, 2019Posted in Negócios

O negócio do casal Willian, 40, e Cândida Pires, 25 anos, nasceu da junção de dois insights. O primeiro ocorreu enquanto o então funcionário público de Uberlândia, em Minas Gerais, assistia ao reality show “O Aprendiz”, apresentado por Roberto Justus.

O episódio em questão tinha como enfoque os negócios do mundo da moda, o que, inesperadamente, chamou a atenção de Pires. “De todas as equipes, só uma se deu bem e foi porque eles apostaram em um produto básico”, afirma o empreendedor.

Ele teve a ideia de desenvolver um produto que também fosse básico e rentável. “Naquele tempo a minha esposa Cândida usava uma regatinha preta para tudo. Tive uma sacada de fazermos regatas para vender”, diz.

Pires utilizou a quantia de R$ 800 que conseguiu vendendo seu carro para comprar os primeiros tecidos. Uma costureira da cidade produziu as 12 primeiras regatas.

Na época, Pires, com 29 anos, fazia graduação em Direito e Cândida, então com 15 anos, cursava o ensino médio. Ele levou algumas regatas para vender na faculdade. Ela, na escola. A primeira remessa foi toda vendida no primeiro dia e, logo, o casal começou a reinvestir o dinheiro na produção de mais regatas.

Os empreendedores começaram a expandir sua área de atuação vendendo as peças de porta em porta e depois de loja em loja. O negócio foi crescendo e, depois de três anos, uma costureira deixou de ser o suficiente. A dupla adquiriu a mesa de corte e outras ferramentas necessárias e seguiu produzindo seus produtos para vender no atacado.

Consolidação

Pires e Cândida formalizaram o negócio e, aos poucos, foram contratando alguns funcionários. Logo, conseguiram adaptar o espaço de uma casa em Uberlândia em uma fábrica para a confecção, que ganhou o nome de Cândida Mariá.

O crescimento da empresa também fez com que os empreendedores começassem a apostar em outras peças de vestuário além das regatas. “Fomos bem resistentes no começo, pois queríamos nos tornar uma referência no que diz respeito às regatas”, afirma o empreendedor. “Primeiro nos especializamos e nos tornamos eficientes trabalhando com regatas. Depois começamos a produzir batas, shorts saia e calças legging.”

A Cândida Mariá não possui um departamento de marketing ou qualquer plano de divulgação. O crescimento da marca ocorre no boca a boca. Atualmente, a marca tem 25 funcionários e é vendida em todo Brasil e nos Estados Unidos.

A cunhada de Pires, que mora nos Estados Unidos, virou distribuidora da marca por lá. Recentemente, garante o empreendedor, as socialites americanas Kim, Khloe e Koutney Kardashian, estrelas do reality show“Keeping Up With the Kardashians”, foram vistas comprando as calças da marca mineira em South Hampton, em Nova York, nos Estados Unidos. Fotógrafos registraram o momento e a Cândida Mariá foi tão procurada virtualmente que o site da confecção chegou a ficar fora do ar por não ter estrutura para receber tantos acessos.

Em 2014, a empresa faturou R$ 3,5 milhões. O casal espera crescer este valor ainda mais nos próximos dois anos por causa da nova sede da Cândida Mariá, que deve ser inaugurada no final de maio. Segundo Pires, o local é quatro vezes maior que o atual e abrigará uma linha de produção profissional. “Vamos sair do improviso para uma estrutura profissional”.

Fonte: https://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/03/confeccao-mineira-que-comecou-com-r-800-fatura-r-35-milhoes.html